terça-feira, 15 de setembro de 2020

Mr Baleou Seu Vizinho

Segundo o Programa Batidas de hoje (15 de Setembro) Mr Bow baleou um vizinho dele na perna.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Traição

Penso que há três coisas na traição:

1. Se alguém está numa relação séria, com alguém e trai, a pessoa sabe das consequências, sabe do que pode advir porque não é criança, no entanto: sabe que há três hipóteses apenas: a) o/a traído/a pode deixar a pessoa que traiu, assim que descobrir a traição; b) a pessoa pode ser perdoada e c) o traído pode não descobrir. Agora vejamos, a pessoa está ciente do que está a fazer e do que vai acontecer e mesmo assim faz, a pessoa sabe que o que está a fazer não é correcto e mesmo assim faz. 2. Há quem diga que a traição é sinónimo de insuficiência, alguma coisa está a faltar, pode ser falta de consciência dessa pessoa, pode ser falta de atenção, carinho, amor, sei lá muita coisa, mas há insuficiência de alguma coisa por parte de quem faz, entretanto, o que pesa é a solução que a pessoa viu, nesse caso, a traição, dentre outras e várias formas de resolver essa insuficiência, só viu a traição? E a pessoa traída, será que não tem insuficiência? 3. Vou recorrer aqui as pessoas que perguntaram "e se furassem o seu olho, o que farias e como te sentirias" dói ser traído, dói mesmo, nesse contexto se dizem que quem ama não machuca, como é que eu traio e machuco o meu amor ou parceiro, há um sentimento envolvido numa relação, até que ponto estou ciente de que ao trair alguém, para além de magoar estou a brincar com o sentimento desse alguém? O que tenho no coração que me deixa fazer pessoas chorarem e sofrerem, tendo em conta que dói ser traído? Enfim, a Sociedade condena a traição, a bíblia condena, mas abre espaço para o perdão, no entanto o perdão referido foi o mesmo que Bento mencionou "perdoar é um assunto e voltar é outro", tal como dizia Joana, essas coisas vão nos perseguir, sempre que houver um inconveniente podemos acordar esse assunto, mesmo depois de terem passado bons anos, então não sei se é possível curar essa ferida, e por mais que se cure, vai ficar a cicatriz, vamos desconfiar sempre da pessoa, vamos nos recordar daquilo e etc, a não ser que a pessoa diga antes de ser descoberta, porque aí a pessoa está a mostrar que falhou e que aquilo lhe tira o sono, mas quando consegue ficar com a coisa, esconder, até eu descobrir sozinho, heh essa pessoa é terrível, se consegue viver com uma mentira e te enganar, heh é capaz de te enganar por toda a vida e não só traindo. Posso estar errado, não nego, mas é o que penso e sinto.

Entre a bíblia e a igreja o que é que surgiu primeiro?

A questão era ambígua, tanto que percebemos duas perspectivas, uma que apontava para o que surgiu primeiro entre a bíblia e a igreja, e outra para o que estava em primeiro lugar entre a bíblia e a igreja.

E como forma de desambiguar, iremos considerar as duas, no entanto vamos "arrebatar" a primeira, de facto, em termos de surgimento, o que surgiu primeiro foi a igreja, no século 1, orá:

_"A igreja foi oficialmente fundada no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo desceu sobre os discípulos (Atos dos Apóstolos 2:1-4). Nesse dia, a igreja começou a exercer suas funções:_

*_Pregar o evangelho_* – _trazendo pessoas para Jesus._

*_"Discipular"_* – _ensinando a viver para Jesus, fortalecendo, corrigindo, ajudando, tudo em união._

Facto que até o Vaticano, se debruça um pouco na obra "A Profissão da Fé", ao falar do Espírito e a Igreja, diz:

_"Neste dia, revelou-Se plenamente a Santíssima Trindade. A partir deste dia, o Reino anunciado por Cristo abre-se aos que n'Ele crêem. Na humildade da carne e na fé, eles participam já na comunhão da Santíssima Trindade. Pela sua vinda, que não cessará jamais, o Espírito Santo faz entrar no mundo nos «últimos tempos», no tempo da Igreja, no Reino já herdado mas ainda não consumado:"_

Nesse contexto, alguns estudiosos da bíblia dizem que:

_Pedro foi um dos fundadores da igreja mas não foi o fundador. Nos primeiros tempos da igreja, ele foi o porta-voz dos apóstolos, por ser mais ousado a falar, mas ele nunca se assumiu como líder supremo. Pedro tinha de explicar suas ações perante a igreja e as questões importantes eram resolvidas em conjunto pelos apóstolos e os presbíteros – toda a liderança da igreja (Atos dos Apóstolos 15:2)._

_Algumas pessoas de fora da igreja pensaram que Paulo tinha fundado a igreja, porque ele se tornou tão famoso. Mas, na verdade, a igreja já existia há alguns anos quando Paulo se converteu. Paulo “apenas” fundou muitas outras igrejas locais, em suas viagens missionárias._

E no catolicismo encontramos num dos trechos, o seguinte:

_"Os católicos acreditam que o Papa, com sede em Roma, é o sucessor de São Pedro, a quem Cristo apontado como o primeiro chefe de Sua Igreja."_

Portanto, _"segundo consta nos ensinamentos católicos, a origem de sua igreja está relacionada ao nascimento de Jesus Cristo, líder judeu que promoveu uma nova prática religiosa universalista destinada à salvação de toda a humanidade. Após a morte de Cristo, a principal missão de seus seguidores era pregar os ensinamentos por Ele deixados com o objetivo de ampliar o conhecimento de suas promessas."_ (Rainer Sousa, Graduado em História).


E no que toca a bíblia, ela surgiu um século depois (século II).

_"Durante muitos anos, embora os evangelhos e as cartas de Paulo fossem aceitos de forma geral, não foi feita nenhuma tentativa de determinar quais dos muitos manuscritos eram realmente autorizados. Entretanto, gradualmente o julgamento das igrejas, orientado pelo Espírito de Deus, reuniu a coleção das Escrituras que constituíam um relato mais fiel sobre a vida e ensinamentos de Jesus. No Século IV d.C. foi estabelecido entre os concílios das igrejas um acordo comum, e o Novo Testamento foi constituído."_

_"Hoje se tem conhecimento de que o pergaminho de Isaías é o mais remoto trecho do Antigo Testamento em hebraico. Estima-se que foi escrito durante o século II a.C. e se assemelha muito ao pergaminho utilizado por Jesus na Sinagoga, em Nazaré. Foi descoberto em 1947, juntamente com outros documentos em uma caverna próxima ao Mar Morto."_

E com relação a segunda perspectiva, gostaria de trazer o contexto em que estamos a viver, um contexto de isolamento social, de restrições, que passam inclusive pela não ida as igrejas, facto que nos leva a crer, talvez mais do que nunca e de forma prática que a igreja também está dentro de nós, Igreja essa que está a ser consolidada através da palavra (Bíblia), isso me leva a concluir que neste momento de restrições, a salvação está mais na palavra (bíblia) do que na igreja e a igreja que está dentro de nós, precisa grandemente da palavra, para descobri-la e vive-la na sua plenitude, no entanto a salvação está na bíblia, por mais que fechem as igrejas, nunca vão fechar a bíblia, tenho a bíblia e faço bom uso, tenho a salvação e se fico a espera da igreja abrir para ter a salvação ou ensinamento através da igreja, posso correr o risco de morrer sem ter tido a salvação e sem ter descoberto a igreja que está dentro de mim.

Agora, saindo um pouco deste contexto, de pandemia, direi o seguinte:

Igrejas são tantas, outras são aquelas várias igrejas falsas que a bíblia afirma que iam existir, e os famosos falsos profetas, que também são encontrados em várias igrejas, entretanto a bíblia é aquela que contém a verdade, desde que seja bem usada e bem interpretada, concluo dizendo cada igreja infelizmente é cada igreja, há igrejas que só pregam a prosperidade, há igrejas que rogam profecias, há igrejas que usam a metafísica, mas dizem ser igreja, hoje em dia até um curandeiro chama a sua palhota de igreja, e é normal alguém dormir sem ideia para viver e acordar com ideia de abrir uma igreja em casa dele/a, mas a bíblia é aquela que apesar de estar a ser adulterada por alguns, contém uma verdade genérica para todos, o Deus é o mesmo, o Cristo é o mesmo e a essência genérica do ensinamento também é o mesmo (fazer o bem e sempre o bem).

Com tudo isso quero defender que se fosse para eu dizer o que fica em primeiro lugar entre a bíblia e igreja, atenção não o que surgiu primeiro, mas sim o que estaria em primeiro, eu diria que é a bíblia.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

A Essência do Ser Humano

Resumo das Ideias Apresentadas por Porfilio Piedoso

Não existe muita diferença entre o Ser Humano e os demais Animais (mamíferos em particular), outros mamíferos tem sentidos mais apurados e são fisicamente mais fortes e velozes que nós. Mas como a essência do ser humano não está na parte material (visível), nem nos desejos ou sentimentos, porque os demais animais também tem, há quem diga que está na capacidade de raciocinar, e porque essa pode ser vista de maneiras diferentes em diversas áreas, *fica claro que o que faz a essência do ser humano não é o fisiológico, nem o psíquico.* Entretanto não faltam exemplos de antropologias que defendem que os elementos supracitados são exclusivos do homem, exemplos não faltam também da divinização de animais, em admiração de certos atributos, por exemplo, dada a capacidade de fecundação do bode, os israelitas construíram uma imagem e divinizaram-na e hoje em dia encontramos muitas espécies protegidas pelos homens e pelas leis. Outros até valorizam mais essas espécies e se colocam a favor do aborto. No entanto, *o que faz a essência do ser humano é a alma,* porém para os gregos por exemplo, todos seres vivos tem alma, nesse contexto, importa recorrer a psicologia aristotélica para percebermos que temos: almas vegetais (dos vegetais que se reproduzem e se alimentam), almas sensíveis (dos animais, contém as funções vegetativas) e almas racionais (dos homens, contém funções sensitivas e vegetativas) é daqui onde nasce a noção de homem como ser racional. Enfim, *falar da essência do ser humano, é falar de um ser espiritual,* o útero da mulher foi feito para ser um santuário da vida, a partir do qual Deus imprime a sua imagem e semelhança, pena que estejamos a profanar esses santuários e reduzi-los em matadouros e cemitérios - acrescento (objecto de prazer e lazer). Sendo o homem um ser espiritual, terá um intelecto (o que permite ao homem saber ou conhecer), desta forma somos capazes de conhecer a verdade, o bem, ninguém abraça o mal sem que o tenha equivocadamente ou propositadamente como bem, desta feita encontramos também as vontades, é a vontade racional que faz o homem ser capaz de fazer sacrifícios, de se abster, conter e etc, por exemplo, apesar de ter vontade de trair, fornicar, etc, etc, através da razão vou conhecer a verdade e o bem, uma vez que a verdade racional, assim o permite, e na vontade irracional vimos o exemplo do incesto, dentre vários que existem.

João Fidalgo

sábado, 25 de julho de 2020

Recensão sobre o Uso de Versículos Bíblicos para Fins não Bíblicos (Meméticos).

João Fidalgo.

Recensão do Texto de Porfilio Piedoso ao se debruçar sobre o Uso de Versículos Bíblicos para Fins não Bíblicos (Meméticos). Em alusão ao seguinte texto: *Beberás mas não engrossaras de tanto correr.* Mahindra 4:1

Porfilio Piedoso, para além de Catequista, é Compositor, Revisor e etc, cuja área de Formação é Administração Pública, e ao longo dos anos ele tem dedicado algum do seu tempo para reflectir em torno de vários temas religiosos, muito em particular na sua Página do Facebook com o nome *Tu es Petrus* cujo link é: (https://m.facebook.com/Petrus.Apostolum/photos/a.109290664088941/122544769430197/?type=3&source=48&ref=bookmarks) e conta do Instagram (https://www.instagram.com/p/B_5tnWonHaF/).

No texto em questão, Piedoso, começou por apresentar duas perspectivas de análise (do discurso e dos princípios da moralidade das escolhas e acções humanas). Na análise do discurso, afirmou que, o trecho "memético" (com estrutura de versículos bíblicos, para fins não bíblicos) evocava *caricatura* e *paródia*. De seguida, avançou com a explicação de caricatura, tendo afirmado que: ao usar uma estrutura/forma de citação de um trecho bíblico para um conteúdo não bíblico, associava-se a imagem do livro sagrado ao conteúdo do meme em questão. E que tal associação tinha o potencial de corroer a boa imagem e a dignidade do livro sagrado e, por conseguinte, o respeito devido ao mesmo, aos olhos de muitos, por conta da futilidade do conteúdo envolvido. E para exemplificar disse que era como se alguém se servisse da forma usada para confecção de bolos para fazer um bolo de lixo degradado ou, quem sabe, de fezes! Entretanto, Porfilio foi mais além dizendo que quem decidisse fazer uma caricatura de alguém ou de algo podia escolher pintar características específicas que criassem uma imagem que resultasse numa ridicularização da coisa original... E nos colocou a seguinte reflexão: "Tentemos pensar no tipo de imagens que memes daqueles são capazes de criar a respeito da bíblia no imaginário das pessoas. Se for algo que contribui para o respeito e a valorização do livro sagrado, força aí!" foi com essa retórica que Porfilio encerrou a primeira perspectiva e partiu para a segunda (paródia), aqui ele foi logo afirmando que está se encaixava melhor no assunto em questão, sem rodeios partiu para um exemplo que segundo ele ia ajudar a perceber a paródia, orá "quando alguém decide encaixar letras engraçadas, escarnecedoras ou, até, insultuosas à melodia de certa música ou canção". Aqui Porfilio também foi mais além e disse que muitos humoristas gostavam desse recurso. Aprofundando o exemplo mencionou os Tunezas, onde afirmou que eram bons nesse recurso. E mencionou também Anselmo Ralph, em alusão a uma paródia que aparece na música intitulada "Se Tu Não Me Queres". Dito isso, afirmou uma vez mais que a associação desse conteúdo a uma obra específica podia resultar em danos para a imagem da obra em questão, e logo de seguida questionou o seguinte: que efeito poderíamos esperar da associação da bíblia com memes como a de Mahindra sobre a imagem do livro sagrado? Retorquiu dizendo que: se fosse uma imagem positiva que isso projectava do nosso livro sagrado, dava muita força! Foi assim que terminou a segunda perspectiva, propositadamente ou não, Porfilio voltou a terminar uma perspectiva com uma retórica e reflexão.

E já nas conclusões, começou por apresentar a seguinte guisa: para os católicos, todas as decisões ou acções (pequenas ou grandes, banais ou sérias) são passíveis de uma avaliação moral (quase objectiva). Retocou um pouco mais a parte das decisões com os seguintes termos: em todas as decisões temos um *sujeito que faz escolhas, visando alcançar uma finalidade, e essas escolhas têm o objecto e ocorrem em circunstâncias determinadas e tem as devidas consequências/efeitos* e porque grandes mestres dão sempre últimos retoques, acrescentou três critérios usados conjuntamente para avaliar moralmente uma decisão: começou pelo *objecto escolhido*, partiu para *a intenção ou finalidade do sujeito* e ultimou com *as circunstâncias e/ou consequências (reais ou potenciais) da escolha.* e terminou assim a sua obra, aliás grande obra.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

MUDANÇA DO NOME MAMBAS

Amantes do Futebol, creio que assistiram o Programa Pontos Nos II, e o tema era mesmo a mudança do nome dos Mambas.

Orá, todos intervenientes do Programa não concordaram com a ideia da mudança do nome, mas todos mesmo, e nem viram motivo plausível para tal, outros ainda, disseram que nem deveria se gastar tempo a discutir aquele assunto, porque o nosso futebol tem muitas prioridades, a destacar as infraestruturas e formação.

Eu em particular associo-me a estes, entretanto respeito as ideias da Federação e da Secretaria do Estado para o Desporto, e dizer que na verdade esse debate começou no Programa Conexões do Gil, quando Gilberto Mendes e alguns convidados, propuseram a mudança do nome dos Mambas num dos programas, alegando que o nome já estava desgastado, que era preciso um nome mais "forte", que o nome contribuia para as derrotas e etc.

Enfim, tal como disseram os comentaristas ontem, se o problema fosse o nome, teríamos tido as glórias que já tivemos? Teríamos tido as qualificações que tivemos para o CAN, carregando o nome Mambas nas costas?

SE FORMOS A MUDAR DE NOME SÓ PORQUE AS COISAS NÃO VÃO BEM, UM DIA VAMOS MUDAR ATÉ O NOME DO NOSSO PAÍS, ESQUECENDO QUE O PROBLEMA NÃO É O NOME DO PAÍS, MAS SIM, TODA UMA ESTRUTURA QUE FAZ UM PAÍS FUNCIONAR (CRESCER, DESENVOLVER E ETC). PARA O CASO VERTENTE, É TODA UMA ESTRUTURA QUE FAZ O NOSSO FUTEBOL, VOLTO A DESTACAR A INFRAESTRUTURA E FORMAÇÃO, ATÉ POSSO ACRESCENTAR O ACOMPANHAMENTO DOS NOSSOS JOGADORES, DESDE O BEBEC ATÉ AOS SENIORES, DENTRE VÁRIAS COISAS.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

45 Anos de Um Moçambique In-+Dependente

Moçambique completou no dia 25 de Junho, do ano em curso, 45 anos de independência por um lado e dependência por outro.

De facto, há 45 anos que mandamos embora o colono e proclamamos a independência, é de louvar a bravura dos nossos guerreiros e dos letrados da época que também contribuíram com a sua sabedoria para que chegássemos à independência, mas porque a independência vai além desta, importa referir que, enquanto à condição de pessoa livre, de quem não deve obediência a alguém; (estado do que não depende de: independência financeira, emocional e espiritual) infelizmente somos dependentes.

Os insurgentes em Cabo Delgado, não deixam as pessoas livres, nós devemos obediência aos nossos credores, nós dependemos muito de outros países.

Temos muita comida (minérios), mas não sabemos cozinhar, devem vir pessoas de fora para cozinharem para nós, por vezes até levamos a nossa comida para ser cozinhada fora, a energia sai daqui, vai para África de Sul e volta de novo à Moçambique já processada, enfim somos dependentes em muitas coisas...

Com isso tudo, ficam grandes desafios para que a nossa independência seja "efectiva", por serem vários, vou destacar dois que considero cruciais para a nossa independência: a capacidade de garantir auto-sustento e a autonomia financeira.

Termino com o exemplo de um filho, que cresce, fica independente, constrói a própria casa, deixa de depender dos pais, constrói a sua própria família, cuida dos filhos e na melhor das hipóteses, até passa a cuidar dos pais, ou seja, os pais passam a depender desse filho, dado o seu nível de desenvolvimento.

Orá, a Independência de Moçambique, podia a meu ver seguir este parâmetro, que Moçambique, pare de depender dos outros países para quase tudo, que crie o próprio sustento e que tenha autonomia financeira, o estado deve estar em condições de reger condutas políticas e administrativas sem qualquer interferência externa.

Moçambique é grande, tem 45 anos (Pós-"independência"), mas ainda é bastante dependente, temos que lutar para o nosso auto-sustento e para que nossas acções ou decisões como um estado, como uma nação, não sejam influenciadas pelos agentes externos.